FORMAÇÃO DO CENTRO DE ONCOLOGIA INTEGRATIVA ANTROPOSÓFICA PEDIÁTRICA NO INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER – INCA

projeto

FORMAÇÃO DO CENTRO DE ONCOLOGIA INTEGRATIVA ANTROPOSÓFICA PEDIÁTRICA NO INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER – INCA

INSTITUIÇÃO PROPONENTE

FUNDACAO ARY FRAUZINO PARA PESQUISA E CONTROLE DO CANCER

O olhar ampliado da Antroposofia em um hospital público quartenário

ÁREA

SAÚDE

REGIÃO

RIO DE JANEIRO – RJ

ANO DE APOIO

2026/2027

O desafio

Crianças em tratamento oncológico no Brasil enfrentam os efeitos de hospitalizações prolongadas e terapias agressivas que comprometem seu desenvolvimento físico, emocional e social. O isolamento e a falta de estímulos saudáveis levam ao uso excessivo de telas, agravando a vulnerabilidade psíquica e a perda de vivências próprias da infância. Esse cenário é acentuado pela carência de espaços acolhedores e de práticas integrativas no ambiente hospitalar, reforçando a necessidade de um cuidado mais humanizado e sistêmico. Além disso, as mães cuidadoras sofrem com sobrecarga emocional e falta de suporte social, enfrentando dificuldades críticas tanto na transição para o domicílio quanto na ausência de uma rede estruturada para o acompanhamento do luto.

O Projeto

O projeto estrutura e expande o núcleo de Medicina Antroposófica já existente no Instituto Nacional do Câncer (INCA), consolidando terapias clínicas integrativas (artística, externas, medicamentos antroposóficos), suporte pedagógico inspirado na pedagogia Waldorf, cuidado às famílias e fortalecimento da transição hospital-domicílio, incluindo acompanhamento no luto e fortalecimento da desospitalização com interlocução junto à rede SUS no território. Com protocolos clínicos, pesquisa aplicada e ensino multiprofissional, o objetivo é criar um modelo inovador de cuidado oncológico pediátrico que alia humanização, eficácia terapêutica e sustentabilidade.

Os Impactos

  • Melhora clínica e bem-estar: transformação da experiência hospitalar com foco no alívio de sintomas, melhoria da qualidade de vida e maior adesão ao tratamento oncológico;
  • Resgate da infância: redução da dependência de telas e fortalecimento do “brincar” como ferramenta de desenvolvimento;
  • Vínculo afetivo: fortalecimento dos laços familiares e do suporte emocional durante o processo de cura ou cuidado;
  • Acompanhamento integral: suporte às mães em todas as fases — do tratamento e alta hospitalar (desospitalização) até o suporte em casos de luto;
  • Geração de evidências: produção de conhecimento científico rigoroso sobre as intervenções realizadas;
  • Publicações: difusão dos resultados através de artigos e publicações na área de oncologia integrativa;
  • Replicabilidade: criação de um modelo de cuidado escalável e replicável para outros centros oncológicos da rede pública de saúde brasileira.

Galeria de Imagens

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